O jogo das máscaras, com Porchat e Tiazinha, ficou divertidíssimo :)

 

Achei que funcionou muito!

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Viagem

Estou de saída para o aeroporto.
Vou para Barcelona e depois, Tel Aviv e Jerusalém.
Beijar muito a filha que volta no ano que vem!
Postarei sempre que conseguir.

Um beijo e obrigada, o blog continua positivo e operante, desde o ano 2000. 🙂

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E apra ver todas as fotos, clique aqui, no Instagrid.

Florença, 2o dia – Jardins magnífico, amiga querida, Michelângelo e ópera

Florença é um paraíso para fazer compras. Tem loja que não acaba mais, das mais baratas às griffes mais famosas. A loja do Salvatore Ferragamo ocupa um quarteirão inteiro e ainda tem o Museu Ferragamo, na Via dei Tornabuoni, 2. Como não sou shopping freak, só compramos sorvete de pistache com nozes e muita água pra caminhar.

Por falar em caminhar, não entendo quem vai fazer turismo de salto alto, scarpin, etc. Pra andar na Italia tem que ir de rasteirinha, havaianas, tênis, sapato baixo, qualquer coisa confortável que se adapte ao chão. Enfim, cada um faz o que quer, mas se for por falta de informação, fica a dica.

E aí chegamos ao Rio Arno, o Fiume Arno, que corta a cidade. Sim, todos os posts sobre Firenze falam das mesmas coisas. Mesmo não sendo novidade, cada relato é sempre um convite para ver tudo de perto. Eu, por exemplo, fiquei maravilhada com a Ponte Velha, toda permeada de lojas de jóias dos dois lados e considerada uma das mais belas do mundo, e com a vista do rio e as outras pontes. Detalhe: ” a ponte Vecchio foi construída em 1345 para a Família Médici poder atravessar o rio sem se misturar com o povo”.

Atravessamos o rio e fomos ver onde era a ópera daquela noite. Sempre bom saber onde fica o endereço. Voltamos para o hotel para um breve refresco (muito calor!). Entrei na web, pesquisei rapidamente por ‘top ten things to do in Florence’ e fomos até os Jardins Boboli. Por fora você não imagina o que está por trás.

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(passe o mouse)
 

Mas aí você entra e sobe, sobe e vê um jardim esplendoroso com uma vista que…wow. Aliás, Wow 360 graus, pra todo lado que você olha, de qualquer ponto.

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Voltamos exaustos do passeio e fomos ver…David de Michelângelo. Uma emoção. Coisa linda. Mas não podia tirar fotos.

Chegamos no hotel com a chuva, nos arrumamos e fomos ver o Casamento de Fígaro, de Mozart. Foi muito simpático. Levei balas num saquinho de pano para não fazer barulho. Jantamos e fomos dormir. Dia seguinte, já era dia de partir.

Florença, coisa linda de cidade.

Romana e JOe, amigos, moram lá.
E estão vendendo um apartamento.
Interessa?
🙂

Florença, linda, culta e charmosa – 1o dia

Florença é tudo o que imaginei e um pouco mais. Que linda. A cidade, as ruas, as pontes, as lojas, os monumentos, as praças.  A arte está em todo lugar. Nunca vi tanta beleza e cultura, em todos o sentidos.

 

Chegamos a Florença no final da tarde. O Google Maps nos ajudou a encontrar o endereço, apesar da complicação das mãos das ruas estreitas. Chegamos ao hotel e… bad news. O hotel era, por assim dizer, bizarro. As pessoas eram gentis, mas não era um hotel convencional. Já fiquei em hotéis de grandes redes, hotéis tipo boutique, hotéis descolados, simples e luxuosos. Em Roma fiquei num hotel sensacional que parecia um nada e era tudo. Esse parecia nada e era, bem, weird. O hotel é um ex-palazzo, com portão imenso que dá na rua, sem portaria, sem serviço nenhum. Inclusive sem café da manhã. O quarto era grande, mas parecia uma loja de antiguidades, misturando afresco no teto, puffs de plástico, abajures rococós. Dentro do quarto tinha ESCADAS pra acessar as janelas. Tinha um armário que era uma cozinha dobrável. Enfim, detestamos. Não conseguimos dormir, aliás. Eu me sentia dormindo numa loja fechada ao público. E, no meio do quarto gigante, uma cama com dossel.  O café da manhã, que era uma permuta com um hotel num quarteirão ali perto, era absolutamente horroroso. De dar raiva mesmo. Odiei. Pra mim o café da manhã é a refeição mais importante. Aqui uma foto do quarto. Parece legal, mas não era. E o chuveiro não funcionava. Eles consertaram. Felizmente o atendimento foi muito carinhoso pra compensar. Valeu pelas pessoas.

Deixamos as coisas no quarto e fomos para a atividade mais importante de Florença: caminhar. Andamos muito, muito mesmo. O primeiro passeio foi de reconhecimento. Isaac e eu passamos pela Basilica de Santa Maria Novel logo no começo do passeio.

Mas queríamos mesmo era chegar na  Basilica di Santa Maria del Fiore, ou Il Duomo de Firenze. Chegamos lá.

Não tirei a foto abaixo, mas achei importante para dar uma dimensão da cidade e da Basílica. Porque do chão não tem ângulo que mostre o TAMANHO.

Juro que eu tentei enquadrar Il Duomo com lente Fish Eye,  sem lente, mas nem assim.

As ruas ficam lotadas no verão, com turistas de todo lugar tirando foto de tudo, sem parar. Nós, inclusive. Isaac gravou um vídeo curtinho de uns músicos muito bons fazendo a trilha sonora do cair da tarde.

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De volta ao hotel, novidade: choveu. Aproveitamos para descansar. Saímos para jantar e fomos dormir. Porque no dia seguinte, amanheceríamos em Firenze.

 

Siena: a praça em forma de leque, comida boa e uma escada inesquecível

Começamos o passeio em Siena visitando a catedral principal, o Duomo. Tem que comprar ingresso pra entrar. E, na fila, tem que decidir se você quer visitar também a cripta, a biblioteca e uma porção de coisas. Nessa hora a gente se arrepende de não ter feito a programação completa pela Internet. Decidimos pelo interior da catedral e a biblioteca. Cripta não, né.

 

A catedral é belíssima, imensa, por fora e por dentro. Toda de mármore, cheia de obras de arte.

Não tem um centímetro quadrado que não seja trabalhado. Entre esculturas, pinturas, afrescos, túmulos, você encontra até trabalhos de Michelangelo.

Tirei essa foto com a lente Fish Eye do iPhone pra dar uma ideia da dimensão. Mas o que mais me impressionou foi a Biblioteca Piccolomini. Os afrescos e iluminuras são de tirar o ar.

Detalhe dos afrescos.

O teto.  E a seguir, algumas fotos do Instagram do Isaac que ficaram lindas.

As três graças

 

Iluminuras

 

Vista geral do interior da Biblioteca.

De lá fomos para a praça central, em forma de leque, a Piazza del Campo.

Detalhe: uso sempre chip local para acessar a Internet. Meu chip da TIM, de voz e dados, estava ficando caro, então trocamos o plano para a Wind, em Siena mesmo. Internet ilimitada pelo tempo em que ficamos na Itália. Achei ótimo. Porque com dados você tem voz pelo Skype. E tem tudo o que precisa.

Tirei uma foto 360 na famosa praça central em forma de leque e decapitei alguns turistas que não quiseram ficar paradinhos enquanto e tirava o panorama.

(mova com o mouse)

E foi então que decidimos subir na Torre Del Mangia. São quase 500 degraus. E não é só o fato de serem muitos, mas a FORMA da escada. Em alguns trechos é tão estreita e claustrofóbica que mal passa UM quadril. Mulher Melancia certamente ficaria entalada em algum ponto. É realmente difícil de subir. Mas a vista, well, a vista compensa.

 

 

 

 

 

Almoçamos em Siena mesmo. Comi um prato que sempre quis experimentar, flor de abóbora recheada com ricota temperada e molho de tomates. Uma delícia!

 

Ficamos mais um pouco, pegamos o carro e fomos para Florença.

São Paulo – Roma e o começo da viagem de carro até Siena

No dia 18 de julho de 2013 começamos nossa viagem de duas semanas intensas pela Itália, Israel e Petra na Jordânia. Vou contar em vários posts como foi cada trecho, assim fica mais fácil de encontrar as informações.

Voamos de Alitalia. Não é minha companhia aérea favorita, mas como tenho o programa de Milhagem do MilleMiglia acabamos fazendo esta opção. E aqui, o primeiro “detalhe”. Verifique se o nome que está na passagem é exatamente o mesmo do cartão, porque foi aqui que tive o primeiro grande problema. Não sei como ou por quê, mas minha passagem foi emitida com meu nome incompleto, diferente do passaporte e do Mille Miglia e, adivinha? Exato. Em todos os voos da Alitalia meus pontos não foram computados. Fiquei muito chateada e vou tentar conseguí-los agora. Mas é trabalho perdido e encheção por nada. Enfim, vou tentar consertar. Fica a dica.

 

Saimos de São Paulo naquele voo terrível, que sai no meio da tarde, tipo 3 horas. Você vai pro aeroporto sem almoçar e acaba comendo alguma coisa no aeroporto. Ai você embarca e, dentro do avião, são 8 horas da noite, porque ele é italiano e segue o fuso horário local, cinco horas adiante. Ou seja, em pouco tempo estão servindo o jantar. Depois apagam as luzes e você tem que dormir, sendo que no seu conjuntinho corpo-mente são 6 da tarde. Essa parte é bem complicada. Resultado: você não dorme nada e chega destruído em Roma, combinando com as ruínas locais. Chegamos e pegamos o carro alugado no aeroporto. Levamos o suporte do celular e usamos o Google Maps para orientação. O Waze não é mais meu amiguinho, agora eu só uso o Google Maps.  E, claro, o foursquare, que ajuda a achar muita coisa.

 

Foursquare – bom pra você encontrar atrações, restaurantes, lojas, perto de onde você está.

 

Isaac com as mãos no volante e eu com o dedo na frente da lente da câmera. Quem nunca, né?

 

Quesito estradas. Para viajar pela Toscana você pode pegar autoestradas principais, que não têm nada para ver ou estradas vicinais, que são lindas. Começamos pegando uma autoestrada, porque estávamos com pressa de chegar em algum lugar. Sair do avião e entrar no carro exige uma certa adaptação e achamos melhor pegar uma estradona sem ter que raciocinar muito. As estradas têm pedágios e é sempre bom ter dinheiro trocado para pagar na hora de sair. Alguns pedágios têm funcionários, outros são totalmente automatizados. Repaaaare no meu pé com meia refletido no vidro do carro.

Sobre os girassóis, acontece o seguinte: sim, tem campos de girassóis o tempo todo. Mas e pra tirar a foto?  Complicado. Nem sempre o campo está num lugar acessível pra parar o carro. Nem sempre os girassóis estão floridos, alguns estão secos no final de julho. Eu queria tirar aquela foto clássica me jogando sobre os girassóis, mas desisti. Fiquei com essa só pra constar. Pronto, carimbei o álbum de fotos com os girasoli.

 

E seguindo as placas avistamos Siena. Era nossa primeira parada. Pra caminhar, comer, passear e começar a viagem de férias.

Descemos do carro e tiramos a primeira foto do casal, ainda amassados da viagem. Mas cheios de disposição para o primeiro passeio.

Estacionamos o carro (dica: fotografe o lugar onde vc parou, o nome da rua, referências, pra não se perder depois) e fomos dar um rolê pela cidade murada de Siena, na Toscana, para ver qual era a dos etruscos.

Siena merece um post próprio, por isso, vou publicar um só pra cidade.

Nos vemos lá. 

 

 

 

Florença, que coisa linda

Se eu ficar mais alguns dias na Italia vou aprender italiano de ouvido. Ou melhor, de orelhada. Agora que ja me livrei do espanhol que nem falo, mas se mistura na tentativa, está tudo bene.

Florença é demais. Linda, histórica, imponente e amigável. Não me canso de olhar pra todos os prédios, o Fiume Arnee, as portas, as vitrines, os museus, a comida!

Estou de saída para Lucca, na correria, aproveitando o wifi do hotel enquanto acertamos com a recepção.

Tenho postado fotos como se não houvesse amanhã.

Estou triste porque soube ontem pela Anita que o Rodrigo Manzano morreu. Jovem, meu amigo, professor da minha filha, um jornalista dedicado, um cara culto, inteligente e generoso. Por ele, por todos, a gente tem que aproveitar a vida e ser bom com o próximo.

Uma das fotos mais bonitas que tirei, da ponte Velha, toda permeada de joalherias.


Siena, do alto da Torre da praça principal em forma de leque, depois de subir 400 degraus.