Passadão no Jornal – sala do Clubhouse – 24/03/2021

  1. Os bastidores da gravação do ‘pronunciamento’ de ontem do Presidente da República.
    No Twitter, o perfil @teledramaturgia legendou: Festim Diabólico 2021

“Segundo Bolsonaro 2021 é o ano da vacinação. Segundo @ibere 2021 será o ano da vacilação. “

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2. Da série “só li verdades”

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3. Mesmo quem votou 17 não aguenta mais.

4. Sobre o pronunciamento de Bolsonaro – “é possível contar um monte de mentiras dizendo apenas a verdade”

www.youtube.com/watch?v=bZaYeiptmd4

(comercial de 1987 premiado em 1988 – https://www1.folha.uol.com.br/folha/80anos/campanhas_publicitarias.shtml?aff_source=56d95533a8284936a374e3a6da3d7996)

17 DE MARÇO DE 2021 – QUARTA FEIRA

  1. Rejeição à gestão de Bolsonaro na pandemia chega a 54%
    https://www1.folha.uol.com.br/poder/2021/03/datafolha-rejeicao-a-bolsonaro-na-gestao-da-pandemia-bate-recorde-e-vai-a-54.shtml

2. Pedro Vieira comentou que ontem, pela primeira vez, num intervalo comercial do Big Brother, o Ministério da Saúde veiculou uma campanha de vacinação contra a Covid-19
https://twitter.com/oinemo_/status/1372179577355796490

16 de março de 2021
3a. feira



1.Bolsonaro diz que vai se vacinar– informa o jornalista Guilherme Amado em sua coluna na revista Época –https://twitter.com/guilherme_amado/status/1371808480290508800



2. MPT investiga Sérgio Camargo (Fundação Palmares) por assédio moral a funcionários (notícia comentada por Lu Luviero)


3. Dória promete ajudar a levar Bolsonaro a tribunais internacionais
Estadão.

4.Seimour – fala da campanha #TemGenteComFome – campanha nas redes sociais a partir do meio dia de hoje.

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5. Começa hoje a versão híbrida (vivo/online) do festival #SXSW –

https://platform.twitter.com/widgets.js

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15 de março de 2021

  1. Indicados ao Oscar https://g1.globo.com/pop-arte/cinema/oscar/2021/noticia/2021/03/15/oscar-2021-anuncia-indicados-da-premiacao-veja-lista.ghtml


    1. Recomendação – Netflix – “My Octopus Teacher “

a sala do Clubhouse que comenta as notícias do dia, todos os dias

04 de março

“Não é ficar paranoico, é estar alerta. Não é ficar alienado, é se reequilibrar pra sobreviver. Não é pra desistir, é pra se dar ao direito de fraquejar e pedir ajuda pra voltar pra luta.”

  1. Doomscrolling – o incessante scroll por notícias ruins que está nos afetando e como quebrar esse hábito
    Fonte: BBC

  2. Lei federal 8112 Dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais. (contribuição do Xando)
    A propósito da TAC que o ex-reitor da Universidade de Pelotas, o epidemiologista Pedro Hallal.

  3. Apelo de Lisca para a CBF – Seu desabafo

4. “Todos vão sofrer, mas não vão morrer”
(Dr. Gonzalo Vecina)

02 de março de 2021 – 3a, feira

5. Dias melhores virão…


  1. Livro recomendado por Mariana Kalil –
    O Brasil no espectro de uma guerra híbrida”
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O antropólogo Piero C. Leirner trata de um tema novo em sua obra, a assim chamada Guerra Híbrida, e o modo que ela está sendo realizada no Brasil.

Não se trata de uma “guerra clássica”, com fogo, mas de uma guerra que visa sobretudo a captura e neutralização de mentes. Suas “bombas” são antes de tudo informacionais, visam causar dissonâncias cognitivas e induzir as pessoas a vieses comportamentais: percepção, decisão e ação passam a trabalhar a favor de quem ataca. Seu objetivo último é o que se chama nas teorias desse tipo de guerra de uma “dominação de espectro total”. Essa ideia de “totalidade” está no âmago da Guerra Híbrida: não há mais a separação entre guerra e política, ou “tempo de guerra/tempo de paz”; todos passam a ser, voluntária ou involuntariamente, combatentes; e não se vê exatamente nem seu princípio, nem seu fim.

A hipótese central aqui levantada é que o Brasil foi, e é, um laboratório onde este modelo foi aplicado. O caso aqui estudado leva a um dos protagonistas principais desta forma de guerra e sua estratégia: um certo grupo de militares, operações psicológicas e o modo como isso se disseminou na política. O resultado, que vai muito além da eleição de 2018, é a dissonância generalizada que impera no Brasil hoje, que aqui segue um dos conceitos centrais da Guerra Híbrida – a cismogênese, ou seja, a criação de divisões sociais com o objetivo de impossibilidade qualquer pacto social.

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2. Livro sugerido por Guilherme Ramanho
“A máquina do ódio”- Patrícia Campos Mello



A máquina do ódio: Notas de uma repórter sobre fake news e violência digital por [Patrícia Campos Mello]


O relato de uma das maiores jornalistas da atualidade sobre as ameaças à liberdade de imprensa no Brasil e no mundo.

Dias antes do segundo turno da eleição de 2018, Patrícia Campos Mello publicou a primeira de uma série de reportagens sobre o financiamento de disparos em massa no WhatsApp e em redes de disseminação de notícias falsas, na maior parte das vezes em benefício do então candidato Jair Bolsonaro. Desde então, a repórter tornou-se alvo de uma violenta campanha de difamação e intimidação estimulada pelo chamado gabinete do ódio e por suas milícias digitais. 
Em A máquina do ódio, Campos Mello discute de que forma as redes sociais vêm sendo manipuladas por líderes populistas e como as campanhas de difamação funcionam qual uma censura, agora terceirizada para exércitos de trolls patrióticos repercutidos por robôs no Twitter, Facebook, Instagram e WhatsApp — investidas que têm nas jornalistas mulheres suas vítimas preferenciais. Os bastidores de reportagens da jornalista e os ataques de que foi vítima servem de moldura para um quadro mais amplo sobre a liberdade de imprensa no Brasil e no mundo, numa prosa ao mesmo tempo pessoal e objetiva.
Campos Mello acompanhou a utilização crescente das redes sociais nas eleições internacionais que cobriu: nos Estados Unidos, em 2008, 2012 e 2016; na Índia, em 2014 e 2019. À experiência de observadora do avanço dos tecnopopulistas e seu “manual para acabar com a mídia crítica”, somou-se a de protagonista involuntária no front de uma guerra contra a verdade. Relato envolvente de um dos capítulos mais turbulentos de nossa história recente, A máquina do ódio é também um manifesto em defesa da informação. 

“Graças ao trabalho desbravador de algumas jornalistas, nós pudemos descobrir e entender como a internet contribuiu para propagar movimentos contrários à democracia. Dentre elas, destacam-se a indiana Rana Ayyub, a britânica Carole Cadwalladr e a brasileira Patrícia Campos Mello. É simples: se você quer entender os desafios atuais para a democracia no mundo, você precisa ler este livro.” — Jason Stanley, autor de Como funciona o fascismo 



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  • Lista do dia 01 de março de 2021
  1. Golden Globe
    – lista de vencedores e comentários

    https://hugogloss.uol.com.br/premiacoes/globo-de-ouro-2021-premio-postumo-para-chadwick-boseman-emociona-the-crown-schitts-creek-e-nomadland-se-destacam-confira-a-l/


    2. Série de comédia recomendada:

    Schitt’s Creekhttps://www.omelete.com.br/emmy/schitts-creek-conheca-a-serie
    Onde ver: Amazon Prime

3. James Corden e Principe Harry

https://www.nbcnews.com/news/world/prince-harry-says-toxic-british-media-drove-him-meghan-royal-n1258922


4. Sites que gravam videos para fãs

Cameo – https://www.cameo.com/

Manda Salve – https://www.mandasalve.com.br/

5. Filme sugerido “Relatos de um mundo” – com Tom Hanks

Netflix – https://www.netflix.com/title/81210670