O pretérito do futuro e o futuro do presente

Abri meu Twitter e encontrei este post falando sobre o ‘futuro’ do nosso presente:

O texto pede pra você assistir ao vídeo para ver como o futuro será, antes que ele aconteça:

Razorfish Connected Retail Experience Platform (codename “5D”) from Razorfish – Emerging Experiences on Vimeo.

Imediatamente lembrei de um filme que assisti em 1970 no Canada, quando eu era criança e morava/estudava lá. Nada a ver com a Lu, gente. Na escola que eu frequentava, Queensborough Junior High, que já fechou (sniff), passaram um filme de 1967 produzido pela Philco-Ford Corporation rchamado 1999 A.D. mostrando como seria o futuro. Quer dizer, é o pretérito futuro agora. Já publiquei algum dia, mas vale rever MESMO. Divertidíssimo olhar o futuro imaginado em 1967, com os olhos de 2012.

Em 3 partes. Se não viu, veja; se viu, reveja. É incrível. A terceira parte é justamente a que mostra ‘compras no futuro’, que liga com o vídeo anterior postado no Twitter.

Introdução

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O futuro de 1999 visto em 1967, aos olhos de 2012 por queridoleitor no Videolog.tv.

A cozinha

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O futuro de 1999 visto em 1967, aos olhos de 2012 – parte II por queridoleitor no Videolog.tv.

Compras

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O futuro de 1999 visto em 1967, aos olhos de 2012 – parte III por queridoleitor no Videolog.tv.

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Livro e Perfume

Durante muito tempo usei o mesmo perfume, Angel, do Thierry Mugler. Foi paixão ao primeiro aroma. O perfume estava sendo lançado e algumas moças estavam fazendo uma ‘degustação’ olfativa, oferecendo papéis borrifados com o líquido azul. Fiquei louca. Tive que comprar uma estrela de vidro com aquele líquido mágico dentro. Depois comprei outras estrelas, cremes, até que um dia, quando minhas gavetas pareciam céus estrelados de vidros vazios, parei  de usá-lo.

Um dia, porém, resolvi dar a versão masculina para um aniversariante. Comprei o perfume achei que faltava alguma coisa. E se ele não soubesse quem é Thierry Mugler? Passando em frente a uma livraria vi, por coincidência, uma coleção de livros da Cosaf Naify sobre estilistas famosos. Entre eles, um livro sobre Thierry Mugler. Comprei o livro, embrulhei-o junto com o perfume e fiz um presente diferente. Desde então, quando presenteio perfumes, mando um livro junto, completando o kit cultural.

Achei que a ideia merecia ser compartilhada e, talvez, reproduzida. Quem sabe um dia aconteça o mesmo com você. A solução está pronta.

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O presente chegou!

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O Fórum de Segurança foi incrível. Eu adorei as apresentações de todos os convidados, em especial da Viviane Senna. Fiquei surpresa com dois dados que ela nos ofereceu, para reflexão: que mesmo o Brasil tendo sido descoberto em 1500, o primeiro livro só foi editado em território nacional no século XVIII. E que a primeira universidade brasileira foi a USP, no século XX.  Ou seja, os livros, a educação superior formal, são  muito recentes no Brasil.

Depois, fiz uma singela apresentação chamada “O medo do mar”.

E quando finalmente cheguei aqui no R7, a Big me deu a bolsinha mais linda do mundo, para colocar o meu almoço. Muito fofa. Além da bolsinha, o livro que ganhei do Milton Jung e mais uns lencinhos perfumados que a Big trouxe de NY.

Dia adorável.

PS – E por falar em presentes, também recebi os livros de Pedro Maciel (“Como Deixei de Ser D’us”) e de Alessander Guerra, Cuecas na Cozinha (“Escola de Maridos e Afins”). Muito obrigada.