Celular velho, modernidades e a polícia identificando ladrão pelo Facebook

Ontem, no Jornal da Record News, ao lado de Heródoto Barbeiro, usando as pérolas de vovó.

http://player.r7.com/video/i/515cf4351d50ad4c8cd5e2ec?layout=wide252p

Assuntos: 40 anos da primeira ligação via celular, evolução dos aparelhos, dongle pra ver TV HD no iPhone, rumores do First HTC, primeiro celular do Facebook (via @evleak).

http://player.r7.com/video/i/515cf3e8b61c6fe35db59487?layout=wide252p

Polícia usou Facebook para identificar suspeito que participou de um arrastão numa churrascaria em São Paulo.

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Facebook, FBI, gadgets e perspectiva para 2013

http://videos.r7.com/r7/service/video/playervideo.html?idMedia=50c918f06b717440185a33df
FB. FBI. Juntos.

http://videos.r7.com/r7/service/video/playervideo.html?idMedia=50c92851b61ce9fe47c4dd6e
Adquirir um produto é deixar de ter todos os outros?

http://videos.r7.com/r7/service/video/playervideo.html?idMedia=50c92f516b717440185a340e
Possíveis embates de 2013.

Relatório completo do seu perfil no Facebook, fácil e gratuito.

Eu nunca entendi blog que não tem comentário. Blog sem comentário é como praça sem banco. Não faz sentido. Até o dia em que descobri que quando o blog não tem comentários ele pode gerar mais divulgação. A pessoa vai lá, lê um post, quer comentar, não tem como expressar seu sentimento e então…ela passa o link ou compartilha o post e divulga o texto para todos!

Quando a pessoa comenta, de uma certa forma, o ‘desejo passa’ e ela não compartilha com ninguém. Resultado: blogs visitados que não oferecem espaço para comentários acabam tendo muito mais visitas!

Pode ser um fato, mas o número de visitas, sempre desejado para construir a reputação de um blog, não é tudo. Os comentários para mim, mesmo com algumas encheções aqui e ali, formam a parte mais legal do blog. É lá que você aprende coisas novas, conhece gente bacana e exerce de fato o compartilhamento que buscamos. Eu jamais teria um blog sem comentários. Mesmo que dê trabalho, mesmo que eu tenha que aprovar todos um a um, mesmo que tenha moderação.  Ter um blog que não oferece espaço para os leitores é como só querer aplausos sem críticas.  É querer falar sem ou

Cada um faz o que quer e pensa do seu jeito, este é meu jeito de pensar. Confesso que já pensei muitas vezes em tirar os comentários. Já pensou? Não receber nenhum ataque? Xingamento? Spam? Postar e não investir nenhum tempo lendo e aprovando cada um? E ainda aumentar a divulgação e as visitas? Parece tentador. Mas só num primeiro momento. Porque querer se livrar das coisas ruins fechando a caixa de comments faz tanto sentido quando tirar a própria vida para evitar doenças, já que morto não adoece.

Todo esse preâmbulo (minha filha diz que eu não sei falar sem antes fazer uma introdução, certa ela) para dizer que os comentários fazem todo trabalho valer a pena!

Hoje, por exemplo, o Seu Nandico, o Fernando, compartilhou um link tão bacana num post que eu fiz suspense: respondi o comment pra ele sem aprovar o texto publicamente só pra fazer o post!

A dica do Seu Nandico é esta:

 

Sim, Seu Nandico, eu conheço o Wolfram Alpha, mas não sabia que ele faz esse portentoso relatório!

Vamos ao passo a passo:

1. Entre no Wolphram Alpha, não se assuste com o nome:
http://www.wolframalpha.com/

E clique no ícone do Facebook que aparece no fundo de tela. O ícone abre e você vê Facebook Report. Clique

2. Clique em Analyze My Facebook Data e permita que o aplicativo do Wolfram Alpha use o FB. Pode dar Allow sem medo.

3. Faça o relatório e veja a análise completa. Muito bom!

Obrigada, Fernando, por reafirmar minha crença no compartilhamento mais do que na competição, na troca mais do que a exibição.

🙂

Gostou? Recomende o blog, o post, o Seu Nandico, etc. Espalhe por aí, clique no botão de curtir no FB e participe dessa missão de espalhar conhecimento útil pelo mundo.

E o Orkut migrou pro Facebook no Brasil, onde o sucesso do momento é Gina Indelicada. Sabe quem faz?

http://videos.r7.com/r7/service/video/playervideo.html?idMedia=503586a3b61c36c08ac23138

“A rede social Facebook mantém a liderança no Brasil sobre as redes sociais mais acessadas. Mas os internautas também estão tomando gosto por outro site de relacionamento. Quem fala sobre esse assunto é a comentarista de novas tecnologias, Rosana Hermann.”

E…. GINA INDELICADA!
Veja abaixo quem faz o personagem.

Fonte: http://www.serasaexperian.com.br/release/noticias/2012/noticia_00931.htm

O impressionante “X”, entre as curvas do Facebook e Orkut no Brasil. O Orkut declina e o Facebook sobe, mostrando a migração e o crescimento do FB.

Medido em: Julho de 2012
Por: Experian Hitwise

1. Brasileiros preferem as redes sociais

01 Redes Sociais e Fóruns – 22,08%

02. Ferramentas de Busca, com 12,44%

03. Sites de E-mail ocupou 5,44%,

04. Multimídia, com 4,97%

Preferência por redes sociais no Brasil – julhor 2012 – Experien Hitwise

01 Facebook 54,99%
02 YouTube, com 17,92%
03 Orkut 12,42%
04. Windows Live Home 2,41%
05 Twitter 2.29%

http://videos.r7.com/r7/service/video/playervideo.html?idMedia=5035889292bb5c0311b5f97a

YouPix em Porto Alegre. e

GINA INDELICADA

Também falei ontem sobre o Sucesso de Gina Indelicada.
Que é um trabalho do incrível Ricck Lopes!
Ele é o mesmo autor de @vouconfessarque , que chegou a ter mais RTs no Twitter em 2011 do que o Justin Bieber!

Ricck Lopes é mineiro, tem 19 anos, é publicitário e já fez estágio na Pólvora.

Facebook, os servidores, a parte física que você não vê

Você diz ‘Internet’ e pensa em ‘éter’, aquele meio, well, etéreo, onde as informações transitam. Você diz ‘rede wifi’ e imagina dados viajando de forma invisível pelo ar. Você diz ‘computação na nuvem, cloud computing’ e olha pro céu, como se seus arquivos estivessem guardados com os anjos.

Cada vez mais temos uma ideia virtual da rede, um mundo fantasmagórico, translúcido e espectral onde zeros e uns passeiam para compor o material audiovisual que tanto usamos.

Nada disso. A Internet é física. Feita de servidores gigantes em prédios monstruosos, com sistemas complexos de resfriamento, com geradores de energia e muitos canos, muitos cabos.

Pra começar, veja o vídeo abaixo, “Bundled, Buried & Behind Closed Doors”, de Ben Mendelsohn. Ele mostra o número 60 da Hudson Street, Lower Manhattan’, uma das regiões de maior concentração de conectividade.

Há um canal inteiro do YouTube dedicado a vídeos de servidores. O link é este.

O Facebook, por exemplo, está cada vez maior. Um bilhão de pessoas escrevem, postam imagens, sobem álbuns de fotos da vida inteira, constroem timelines, fazem upload de vídeos. Isso tudo, que nos parece irreal, imaterial, só acontece graças a esse mundo material e físico do Facebook. Veja algumas fotos do DataCenter que custou 210 milhões de dólares e que fica no estado de Oregon.


Fonte:http://www.datacenterknowledge.com (17 de abril de 2011)


(A sala dos servidores do Facebook, no data center de Prineville, Oregon – foto de Alan Brandt)


Sistema de esfriamento na ‘cobertura


O projeto do datacenter.

Veja também dois vídeos da visita ao data center
Video 1, vídeo 2.

Mesma coisa vale para o Google. A gente pensa no site Google, nos doodles, nos resultados. E, no máximo, no lindo GooglePlex onde todos trabalham em lugares bacanas e coloridos. Mas o Google é também seu Data Center, mostrado no vídeo abaixo e que você pode ver no Google Earth.

Esse datacenter do Google vale 1 bilhão de dólares.

Quer dizer, tantos bilhões e tanta tecnologia pra quê? Pra gente ficar brincando de detetive e tentando entender se o cara traiu ou não traiu a namorada com uma amiga, enquanto o depoente fica repetindo ‘calado, senhor’.

E fez-se o Facebook ou “Hoje é o dia F”


E começou.

Hoje é dia de falar de Facebook. Não é o dia D, mas o dia F. Na página de trends do Google, dois dos dez ítens referem-se ao site, Facebook -IPO e Eduardo Saverin, o fundador brasileiro que Mark Zuckerberg expulsou da sociedade.

No Twitter, em outras redes, nos sites e blogs todas as comparações e informações possíveis sobre Mark Zuckerberg e sua empresa:

. Zuckerberg é o novo Murdoch
. Zuckerber, aos 28 anos, é o 29o. mais rico do mundo
. Zuckerber mais rico que os fundadores do Google
. Fortuna de Zuckerberg é maior que o PIB do Afeganistão

Milhares de pessoas deixam comentários e likes na foto da página de Eduardo Saverin, brasileiro que renunciou à cidadania americana para economizar 2% de sua fortuna em impostos para o fisco americano. Todos querem se engajar, todos querem se envolver, todos querem participar. E essa é a chave do Facebook.

O Google não vai morrer, como aconteceu com as listas telefônicas. O Google sempre vai ser a secretária particular, a bibliotecária, o serviço de informação, o mapa da Internet, o grande guia cósmico para dizer o que está aonde. O buscador da informação esparramada. O Google também tem muitos serviços indispensáveis, como o Gmail, o YouTube, o Google Calendar, o Google Books, etc. Mas o Google é isso, um provedor de bons serviços. Nunca conseguiu ser bom socialmente, como se sua vocação fosse a de ser útil e prestar bons serviços, não de ser amigo.

Já o Facebook parece ter compreendido verdades universais sobre os seres humanos, antes mesmo de ser um grande negócio de 100 bilhões de dólares. Quando surgiu, nas fraternidades das universidades americanas, fez sucesso imediato. A vaidade pessoal, a curiosidade para bisbilhotar a vida alheia sem deixar rastro, a possibilidade de fazer contato com qualquer pessoa que estivesse catalogada, a chance de encontrar um parceiro pro sexo, tudo ali, à disposição, sempre à mão. Depois, começaram a surgir todas as outras novidades. Juntar um grupo de amigos conhecidos, reviver o passado de estudante, encontrar familiares, montar grupos de discussão. E jogar muitos joguinhos. Distrair-se. Falar pelo comunicador instantâneo, ver anúncios, comprar coisas. E, claro, ver muitas, MUITAS novidades e piadinhas visuais de momento.

O Facebook é um sucesso. Não quer dizer que seja genial, mas que entende o mercado de seres humanos. Tanto é que já já o site vai bater um bilhão de assinantes num mundo que tem 7 bilhões de pessoas.

Não me identifico com o Facebook, com seu visual padronizado, uniformizado. Não me sinto em casa com o tipo de ocupação, com os infinitos tios do pavê, as brincadeiras bobas, os posters motivacionais, as mensagens de anjinhos felizes com frases edificantes que mais me lembram meu Outlook em 1998. Mas, como disse uma aluna que também não gosta do FB, mesmo não gostando ‘não dá pra não estar no Facebook hoje em dia’. É possível, claro, sempre é. Mas não estar no Facebook é como ser comunista num mundo capitalista. Como ser ermitão num mundo conectado.

Para o mundo dos negócios, o Facebook é uma das melhores armas para anúncios. Você pode achar qualquer grupo de pessoas por qualquer tipo de classificação. É fascinante. E assustador. Com as novas Timelines, as vidas todas se espalham pelas páginas, prontas para virarem um obituário um dia. Tétrico.

Mas o valor do Facebook é que ele realmente cumpre MUITO bem a primeira metade do seu nome, aquela que diz respeito ao FACE. Com um bilhão de ocupantes podemos ver hoje a CARA do nosso mundo. Um mundo ingênuo, inseguro, injusto, apressado, confuso, faminto, ávido, estressado, desigual, egocêntrico. Infantil. Mesmo assim, apesar do que vemos, da cara do ser humano que o ‘face’ nos mostra, a ferramenta é um bom ponto de partida para mudarmos. Em busca de maturidade, igualmente, conhecimento, esperança.

Hoje, o valor desse poderoso serviço ainda está preso ao poder de todas as FACES, do desejo infinito de se exibir, do desespero por aparecer, das mentiras sociais. Não gosto. Não curto. Mas, que importância tem minha opinião ou sentimento diante da adesão de tantos facebookianos no planeta?
Vou continuar aqui, observando de fora. Usando o serviço sem paixão, mas também sem preconceito.
Acho que vou esperar um tempo. Quem sabe um dia o mundo deixa de ser tão FACE e começa a ser um pouco mais BOOK.

Por enquanto, ou especialmente hoje, o Face está menos cara e mais livro. Livro caixa.