Quanto mais se faz, mais se faz

Dizem que as pessoas ocupadas são as que mais conseguem administrar seu tempo. Quanto mais a gente faz, mais a gente consegue fazer. Vivi uma manhã assim. Acordei cedo achando que tinha perdido a hora, mas estava duas horas adiantada em relação a aula de Pilates. Consegui me organizar, tomar café, caminhar. Fui até a aula de Pilates, passei em dois bancos, fiz compras. Paguei contas, falei com minha mãe. Enfim, consegui fazer tudo antes da hora do almoço. Hoje é meu rodízio e saio tarde do trabalho, por isso, entro um pouco mais tarde. Eu, que sempre fui desorganizada, fico toda feliz quando consigo cumprir todos os compromissos da minha agenda.

Aproveitei e atualizei o Twistórias. Fiz a história 88, “Me Segue”, aqui abaixo. Espero que você goste.

Um dia offline

Internet é bom, mas vicia. Vou tirar um dia offline, pelo menos em termos de expressão e comunicação. Só vou usar a web mais tarde, para preparar meu trabalho. E só. Internet é bom, mas vicia, principalmente na parte “social’. Ler, informar-se, é ótimo. O blá-blá-blá em excesso é que nos leva ao caos interior.

Em homenagem a todo o conteúdo do Twitter, fiz um singelo episódio de Twistórias, o número 86: conteúdo. Obrigada a todos que colaboraram com seus tweets.

Há quase um ano fazendo Twistórias…

Desde agosto de 2009 faço isso: pego 10 posts abertos no Twitter e junto todos numa espécie de coluna em áudio e vídeo. Escolho os temas, textos e junto os dez.

Não sei se alguém já fez isso antes. Acho que não. Pelo que sei ninguém tinha juntado 10 tweets antes, para fazer qualquer outra coisa. Eu só sei que faço isso desde agosto do ano passado. E vou continuar fazendo. A primeira parte do projeto é completar 140 histórias. Aqui vai a Twistória de número 77.

Depois que a gente joga uma ideia pro mundo é normal que outras ideias apareçam.
Eu também crio ideias vendo coisas. Todo mundo é assim.
Dizem que tudo o que a gente pensa ou cria é um remix de tudo o que a gente já viu.
Vai saber. O mundo é um mistério. E as pessoas são universos incompreensíveis.