Passeio pela Liberdade

Adoro caminhar. Ando por toda a cidade de São Paulo e por todas as cidades que visito quando viajo. Peço sempre aos céus que mantenham minha saúde, em especial minhas pernas, mãos, olhos e sanidade mental, embora essa última já não seja mais a mesma.

Nos passeios que meu marido e eu fazemos diariamente, sou a que costuma sugerir o destino da caminhada. Na quinta-feira fomos até o Parque da Água Branca. O Parque está lindo. Tem área de leitura com bibliotecas públicas e livros para todos, uma área com árvores brasileiras devidamente identificadas, galos, galinhas e pássaros por todo lugar. Não é permitido levar animais ao parque, mas para seres humanos é um ótimo passeio.

No caminho até o Parque passei por uma loja de sapatos que estava em liquidação e comprei um par de sapatos muito lindo. Meu marido me deu uma bolsa de presente. Saí de lá toda feliz.


Sapatos


Bolsa

Ontem resolvi fazer um caminho que sempre fazemos nos finais de semana, de casa até o bairro da Liberdade. Adoro ir lá, sempre vou comprar coisas pra casa e pra mim. O passeio foi uma delícia. Comprei várias coisinhas bacanas. Na livraria Sol comprei livros de tricô, crochê, origami, amigurumi, furoshiki.

Depois fui a uma galeria de roupas e quinquilharias. Sempre fico pensando que todas aquelas roupas podem ter sido fabricadas por crianças escravizadas e resolvo não comprar nada. Mas numa banca que me pareceu diferente comprei duas camisetas pra mim.

Visitei o mercado que adoro e comprei alguns ítens para a casa (adoro comprar coisas de cozinha). Depois entrei num mercado e comprei shiitake, pitaya, sucos.

À tarde fizemos uma bobagem. Caminhamos demais no mesmo dia. E o caminho era feio, lugares desagradáveis e difíceis para caminhadas. Mas aproveitei pra comprar toalhas por quilo. Na hora de pagar, vi uma balancinha de banheiro minúscula, digital. Por cinquenta reais. Comprei-a. Achei a coisa mais fofa do mundo. É muito pequena e dá pra levar na bolsa!

Compare a balança com o tamanho do meu pé 36

Em outras palavras, meus últimos dias de férias são esses. Caminhadas e comprinhas pelas ruas de São Paulo. Nada de mais, mas tão saudável e prazeroso.

Bom dia, querido leitor.

Gadgets pro ano de 2013, incluindo um ventilador

Há tempos estou usando dois gadgets muito úteis, uma bateria extra que serve pra qualquer coisa (ipad, iphone, etc e tal) e um mini altofalante que resolve muito o problema de áudio do iPad.

O nome oficial da bateria iTrend é ‘recarregador universal’. Tem nesse link. É caro, mas é útil.

O mini alto falante é sensacional. Fofo demais. E eficiente.

E foi aí que num dia de MUITO calor tive a ideia de ligar meu ventilador USB direto na bateria e…
voilà! Um ventilador portátil de graaaaaaaaaaaaaaaaade durabilidade!

Ou seja, em 2013, mesmo que eu não desfile eu já sou Rainha de Bateria!

Eu comi o chip de batata azul. Conhece?

Quando eu apresentava o Atualíssima na Band eu ia quase todos os dias até o supermercado St.Marché ao lado da emissora. Adoro visitar supermercados, sempre que viajo pra qualquer lugar eu entro em um pra ver os produtos. Mesmo quando eu mal tinha dinheiro pra comprar o almoço eu já tinha paixão por produtos importados, rótulos lindos e conteúdos desconhecidos. Aí um dia abriu um St.Marché do outro lado da rua onde moro. o/ Para noooosa alegria!

CAMINHO DA BAND ATÉ O MARCHÉ

 

No dia 18 fui ao Marché aqui perto de casa e, passeando pelas gôndolas, vi um saquinho de batata chip azul. Feito de batatas azuis. E tweetei.


Algumas pessoas já conheciam o salgadinho. Eu nem sabia que existia batata azul, pensei que era batata doce roxa. Ou batata doce rosa. Mas batata azul existe e a batatinha é feita a partir deste tubérculo.

Como não comprei o dito, fiquei morrendo de vontade/curiosidade.

Hoje eu resolvi ir até lá E comprar as batatinhas. Fui, comprei o saquinho de batatas azuis e também o de vegetais coloridos. A azul é muito boa. Nem é tão salgada (só no preço, duh).As outras são boas, algumas apimentadas. Veja as fotos. O Otto também ficou interessado.


A batatinha é da Terra chips – www.terrachips.com


As batatinhas azuis dentro do saquinho que custa 22 reais. Olha, é só pela experiência, viu, porque com 8 reais eu almoço no bandejão.


O outro pacotinho, com batatas chips de vegetais, com óleo de oliva e limão.


As batatinhos. Mas, olha, eu comprei um daqueles aneis plásticos pra tentar fazer chips no microondas. Pensei em cortar beterraba, batata doce e fazer experiências. Você já fez? Dá certo?

Otto, sábio, acha tudo isso uma bobagem.

Ideia simples e eficiente: mapa de reflexologia nas meias

Há muitos anos, quando eu fazia o programa Tudo Avon pela Synapsys, conheci umas meias vendidas no catálogo da Avon que tinham mapas dos órgãos internos do corpo para fazer massagem (reflexologia). Uma ideia simples e eficiente que ajudava a aliviar dores e tensões. Depois nunca mais vi essas meinhas.

Hoje, no Pinterest, vi um mapa de reflexologia e lembrei das meias. É possível comprá-las pela Amazon.com e em outros sites.

Vivendo e aprendendo

Comecei o dia com um belo café da manhã, naquela vibe ‘mistureba’ e cheia de indecisões. É complicado saber logo cedo se você quer salsicha com ovos mexidos, salmão defumado com creme azedo ou bolo de queijo e pão com geléia. Quando terminei, encontrei minha querida Claire, tomei mais uma xícara de café, que é muito bom aqui, e partimos para a conferência Republica.

Sentamos num lugar confortável e ficamos conversando sobre redes sociais, a vida, a maturidade, tinta pra cabelo e descobrimos, por um grego muito gentil (@epapa100) que estava a nosso lado, que no salão principal haveria uma palestra com Daniel Domscheit-Berg do OpenLeaks. Fomos para lá. O auditório é aquele gigantesco. Gabriel da DW disse que é o maior da Europa. Deve ser mesmo.

Daniel disse muita coisa interessante. O poder corrompe, o poder absoluto corrompe absolutamente. Falou que responsabilidade exige recursos e que os veículos de mídia vivem hoje o paradoxo da exclusividade. Todo mundo quer informação exclusiva, o que é totalmente incompatível com a necessidade de coerência e acesso para todos.

Ficamos no auditório e ouvi a apresentação do Peter Sunde, avaliando o site de micropagamentos para conteúdo, o Flattr.Acho que já tinha ouvido falar, mas nunca experimentei. Abri uma conta e vou experimentar. Aqui, um vídeo explicativo do serviço.

Saí e fui fazer umas compras. Encontrei duas lojas que adorei na hora. Uma se chama SuperDry e é inglesa. A outra é sueca e se chama Weekday. Adorei a loja, as roupas. É tudo básico, mas de um jeito peculiar e diferente.

Voltei para o hotel, tomei banho, me troquei e descobri que duas coisas que eu comprei não estavam na sacola. Vou ter que voltar com a nota fiscal e pegar as coisas.

Vou comer e voltar pra conferência. Mais tarde vou a uma festa. No ano passado fui numa festa ótima no Mitte, bairro cultural de Berlin. Era uma comparação de tablets junto com uma festa. Hoje é uma festa de aniversário com o pessoal da Global Voices. Vai ser legal.

Minha web regiamente paga vai acabar. Se der eu compro mais. Se não der eu pego uma senha de meia hora no lobby e dou notícias.

Beijos saudosos de Berlin. A cidade é adorável, mas está um tempo horrível. E quando vi meu marido amado na videochamada no Skype, me dizendo que está um sol maravilhoso no Brasil, deu vontade de voltar. Amanhã eu embarco pra Frankfurt e de lá pra São Paulo.

O importante é a gente viver um dia de cada vez, no lugar onde a gente está. Eu estou aqui, vivendo e aprendendo.