Storify.com , tão bom, tão simples

http://player.r7.com/video/i/517ed9110cf2f900ea1086b0?layout=wide252p

Eu uso há mais de dois anos. É muito prático. Experimente, é de graça.

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Hangout, simplesmente sensacional

(function() {
var po = document.createElement(‘script’); po.type = ‘text/javascript’; po.async = true;
po.src = ‘https://apis.google.com/js/plusone.js’;
var s = document.getElementsByTagName(‘script’)[0]; s.parentNode.insertBefore(po, s);
})();

Me segue no Google Plus? É só clicar no botão pra me adicionar a seus círculos. Facinho.
Se eu uso o Google plus? (o botão foi feito aqui)
Uso. Uso e participo de hangouts. Como é legal fazer hangout, especialmente para cursos, aulas, reuniões. Enfim, tudo.
Os hangouts com o professor Dan Ariely do Coursera são ótimos.
Aliás, todo professora deveria dar aula complementar por hangout, todo palestrante,todo comunicador.

No Google+ tem uma página que mostra os hangouts que estão acontecendo.
Experimente fazer o seu.

Aliás, de uma forma geral, estou tentando parar de reclamar das pessoas desinteressadas, tapadas, que não querem aprender, nem compartilhar pra investir meu tempo com gente que quer se aprimorar e viver melhor em grupo.

🙂

Acordei assim, feliz da vida, toda ensolarada!
E agitada, porque na 5a. feira dou aula e depois vou pra Berlin.
Viagem sempre me excita, viagem sempre me agita.
Amigos de Berlin, me aguardem.
🙂

Esse ódio no seu coraçãozinho

Não,você não está errado. Você tem toda razão. É isso mesmo que você pensa, sente, acredita. Tudo correto. Mesmo assim não está dando certo. As coisas não vão bem, sua vida está longe do que você sonhou, as coisas não acontecem. Só os problemas acontecem. Cada vez mais.
Por que será?
Será que é pessoal? Será falta de sorte? O que poderia explicar isso que você percebe e é mesmo real, o fato de que coisas boas acontecem com pessoas que você sabe que não merecem enquanto coisas ruins acontecem com você, que faz tudo sempre corretamente?
Quem sou eu para responder.
Eu sou aquela que só pergunta.
E conjectura.
Por isso vou arriscar algumas hipóteses.

A primeira delas é que fazer tudo certo nunca foi garantia de nada. Você faz certo porque é sua natureza. Ou porque teme as consequências de fazer errado. E isso deveria bastar, a paz com a própria consciência, o bom resultado, a falta de punição. Mas você faz para ganhar o céu ou o aplauso. Aí perde a garantia. Garantia de céu só para os bons, só pra quem faz de coração e acredita. E, mesmo assim, parece que tem uma cláusula que garante o céu só depois que a gente desencarnar. Só botando muita fé na recompensa. Por enquanto, melhor fazer certo porque se é assim.

A segunda possibilidade é que as coisas não dão certo porque mesmo estando certo, você faz da forma errada. Acho que isso engloba quase toda a população planetária. Você observa um fato. O vizinho fez a calçada e ficou totalmente torta. É o que você faz em seguida, como você lida com os erros dos outros que vai modificar sua vida e seu destino.

Se você, numa conversa honesta com o vizinho, disser para ele que você viu o esforço dele em arrumar a calçada, mas que você acha que não ficou muito boa e você empatiza com o problema e se dispõe a ajudá-lo, seja recomendando um bom pedreiro, botando a mão na massa e na pá pra refazê-la ou simplesmente dando apoio emocional pra ele, você está fazendo um bem. Você está realmente ajudando. Se você, ao contrário, apenas aponta o dedo pra ele e o incrimina, dizendo, por exemplo:

– Nossa, como ficou torta a calçada! Que horror!,

você não apenas não ajuda como ainda piora, porque vai fazer ele se sentir mal com a calçada, com ele mesmo, com você, com o mundo.

E, como tudo pode sempre piorar podemos em vez de dizer isso pro VIZINHO que fez a calçada diretamente podemos dizer pra outra vizinha, em estilo fofoca. Ou podemos publicar numa página no Facebook apontando dedos para o vizinho e expondo-o ao julgamento moral geral e humilhação pública. Veja, a calçada está torta, você está certo, foi mesmo mal feita e, sim pode até atrapalhar quem passa. Mas será que humilhar a pessoa que ERROU SEM intenção de errar e que está disposta a consertar é o melhor caminho?

Fácil falar, difícil fazer.

Estamos todos cheios de ódio no coração. Um ódio que é gerado pela revolta, pela indignação e que acaba nos escapando como vapor da panela e sai apitando pra todo lado, queimando inocentes.

A mais simples observação (e aqui um exemplo meu) de um querido leitor que sente falta de textos e crônicas (tenho publicado no medium.com/@rosana/ também), e que poderia ser um afago (ei, que bom! Alguém sente saudade do meu texto), vira uma ironia cortante, agressiva.

Que alquimia é essa, gente, que transforma AFETO em AGRESSÃO?

Faz sentido pra você? Ofendo porque gosto, xingo porque quero bem? Isso é tão absurdo e sem sentido como ‘bater porque ama’. Quem ama não magoa intencionalmente, não agride, não inflige dor, culpa, humilhação.

Eu também estou como você, brigo, xingo, faço muita coisa errada.
E, como você, também estou percebendo que estamos numa trilha ruim.
E que não adianta correr ou seguir adiante no caminho errado.
Tem que voltar.
E pegar um caminho melhor.
Um caminho verdadeiro, norteado pela coragem de errar e assumir. Um caminho pavimentado pelas boas intenções, mesmo que ele leve ao inferno.
Até porque o inferno tem delivery.
Todo dia chega um pacote. Você abre, tem ódio dentro.
E aí morremos todos. Mais um pouquinho.