Gradiente, Apple e o iPhone. E o imbroglio todo.

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O imbroglio Gradiente x Apple comentado no JRNews ontem à noite.
E a Apple não está proibida de vender o iPhone no Brasil, por enquanto, tudo bem. A menos que a Gradiente processe a Apple para que ela não venda. Por enquanto tudo bem.

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Todos os vídeos sobre Instagram, iPhone,Android

A venda bilionária do Instagram, comprado pelo Facebook por 1 bilhão
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O segredo do sucesso e as profissões do futuro
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Comentário para R7 sobre o Instragram e o detestável preconceito

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Instagram para Android
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iFan, pro seu iPhone carregar com o vento

Primeiro eu vi no Engadget e não entendi muito bem. É uma capinha com ventilador? É um ventilador que carrega a bateria com energia eólica? ‘WTF is that?’, pensei.

Peguei o nome do designer que criou o protótip, Tjeerd Veenhoven, dei ctrl+C e ctrol+V no Google e encontrei o site do tal.

Eu não sei se é hoax, pegadinha do Veenhoven, se é uma bobagem. Mas o rapaz desenvolveu um protótipo pra carregar o iPhone com uma ventoinha. E fez até uma adaptação pra bicicleta.

O criador diz que modificou uma ventoinha de computador para fazer a capinha-ventilador-carregador e que leva 6 horas pra carregar a bateria. Como dizem os italianos, Se non è vero, è ben trovato.

PS – Tem uma versão mini-usina-hidroelétrica, pra carregar com a ventoinha na torneira da pia? 😦

Consegui meu iPhone de volta!

Estou feliz. Feliz, feliz, feliz. E quero agradecer. Agradecer ao apoio, à fé, ao gerente do estacionamento, ao meu novo amigo manobrista, a todos que me ajudaram a manter a calma, o bom senso e a coragem de ir até o final. E de fazer a coisa certa. Eu poderia ter feito tudo errado, como costumo fazer quando estou nervosa, irritada. Aprendi que não basta ter razão. Tem que agir da melhor forma possível.

Qual é a melhor forma? Encar a realidade. Ver  o mundo como ele é e não como achamos que deveria ser.  Lutando com as armas da lógica (desde 3a. feira…), mas seguindo também o coração e a intuição

Estou com meu iPhone aqui ao meu lado. Com todas as minhas fotos, arquivos, números. Tudo.  O celular ainda não está funcionando, porque eu bloqueei o aparelho, além de bloquear a linha. O bloqueio via operadora funciona mesmo.

Como consegui o celular de volta

O que era intuição e depois, desconfiança, passou a ser uma certeza. Sem querer (foi sem querer mesmo, por isso passo o conselho) acertei em não bloquear a linha imediatamente. Porque foi no intervalo entre o furto e o bloqueio que o rapaz fez as ligações que o revelaram. Foi com o número do colega dele impresso nas ligações feitas que ele acreditou que estava realmente cercado. Porque toda ligação tem uma origem. E, como ele ligou do lugar onde mora, ele usou a célula mais próxima a ele. Tudo fica registrado. You can run but you cannot hide.

Depois de dizer que ía ‘pensar’ o gerente ligou mais uma vez para o rapaz que furtou meu telefone e disse que seria melhor ele devolver o celular. E argumentou: imagine se a polícia baixar aí na sua casa, onde você mora, que vergonha pra sua noiva que está grávida? Acho que foi isso que o mobilizou. A imagem, a ideia de ser preso diante da noiva grávida e dos vizinhos que fez com que ele mudasse de ideia. O rapaz disse que iria devolver. E entregou o iPhone pro gerente, pessoalmente. O gerente perguntou sobre o celular da Lelê, roubado em novembro. Ele disse que não sabia mais.

Conversei longamente com todos os colegas, com o gerente. O rapaz que pegou meu celular foi demitido, evidentemente. Não faz sentido manter alguém que rouba telefones dos clientes mensalistas. Nem os colegas, muito corretos, querem uma laranja podre entre eles.

Liguei para a Claro e pedi para que o aparelho volte a funcionar. Ele ainda não está ativo. Parece que demora algumas horas até que volte a funcionar. Mas só o fato de ter comigo novamente minhas fotos, minhas coisas, é um grande conforto. Eu me senti muito mal imaginando um cara,mexendo nas minhas fotografias, vendo meus filhos, minha mãe, meus amigos.

Fiquei muito feliz por não ter perdido a esperança. Ou a fé. Por ter negociado. Por não ter gerado nenhum tipo de violência física para ninguém.

A noiva do rapaz está grávida, prestes a dar a luz, como me contou o gerente .
Em breve, em algum lugar, vai nascer mais um ser humano.
E, mesmo que ele nasça sem berço de ouro, ele vai ter um pai que, um dia, parou de furtar.

Eu resgatei meu telefone.
Ele resgatou sua dignidade.

Todo mundo se perde nesta vida.
Mas quem tem  coração sempre volta.

Mais uma chance

http://qik.com/swfs/qikPlayer5.swfFiz este streaming como teste,enquanto caminhava para o trabalho. Fui até o estacionamento, entreguei os documentos, falei com o gerente. Eles já suspeitavam de tudo. Mesmo porque o rapaz não foi trabalhar hoje e não entrou mais em contato com o estacionamento. Eu pedi para que eles tentem fazer contato. E que digam a ele que eu só quero meu celular de volta. Que se ele devolver eu não vou tomar nenhuma  medida policial ou jurídica contra ele.

É uma espécie de ‘segunda chance’ pra ele e um fio de esperança pra mim. Vamos ver se o universo conspira a favor.

Mais tarde vou passar lá.

O drama do celular – parte II

Fiz a via-crúcis do resgate ao iPhone sumido. Roubado, eu diria. Mas não tenho como provar. Só tenho minha memória e minha certeza, nada mais.

Depois de cancelar a linha e de inutilizar o aparelho para uso de chips da Claro, falei com o Diego Maia pelo Twitter. Ele me contou que a Lelê também teve seu celular roubado de dentro do carro. Detalhe: no mesmo estacionamento onde sou mensalista.

Hoje, fui a uma loja para bloquear o aparelho para outras linhas. Não adianta muito. Tem tudo meu lá dentro. Contatos, fotos, aquelas coisas todas que a gente guarda num celular pessoal. Sem contar que ele funciona perfeitamente em wifi. Troquei as senhas de três serviços, o Twitter, o Qik e o 12seconds, antes que o ladrão ainda publique  coisas com as minhas contas.

Na loja, outra má notícia: não tem iPhone na loja da Claro, está em falta.
Saí de lá com quinze reis a menos na carteira e um chip novo com a minha linha antiga. Coloquei-o no Renoir.

Fui ao banco, levei meus documentos para o RH da FAAP e fui encontrar o gerente do estacionamento onde o iPhone foi visto pela última vez.
Todos me atenderam muito bem, todos foram muito gentis. Estão chateados. E, como eu, deconfiam do rapaz que manobrou meu carro ontem.

Quando cheguei, eu estava com óculos escuros, que ficam no carro. Ele abriu a porta quanto eu ainda estava dentro, pegando minhas coisas. Lembro que fiquei chateada, não gosto quando abrem a porta antes que eu saia. Exatamente por isso esqueci, na pressa, de pegar o celular que ficou no console. Peguei minha bolsa, minha mochila e saí. Assim que estava na calçada, lembrei de devolver os óculos escuros para o carro. Voltei e pedi a ele, ainda sentado no meu banco, que colocasse os óculos no console.

À noite, quando não encontrei meu celular, pedi para o Antonio ligar pro manobrista que teria visto o iPhone pela última vez. Ele atendeu nervoso, ficou gritando e disse algo muito estranho pra mim: “da outra vez que a senhora esqueceu o celular no carro, a senhora veio buscar”. Outra vez? Então ele admite que esqueci DESTA vez também?

Pois bem, esperamos o gerente chegar. Por coincidência, Lelê chegou também nesse momento. Esperamos juntas. Ele chegou. E, com muita vergonha, me disse:

– Adivinha. O moço não veio trabalhar hoje. A mulher dele passou um torpedo. Disse que ele pegou pneumonia ontem à noite e foi internado.

Pegou pneumonia ontem e foi internado? Não colou. Eu já tive pneumonia. A gente tosse, sente dor e um dia é internado. Ninguém pega e vai internado na mesma noite, no dia seguinte ao sumiço do telefone, quando ele deveria encontrar o gerente para se explicar.

Lelê contou o caso dela. Ou seja, não é a primeira vez.

Estou muito chateada. Por tudo que tem lá dentro. Tenho que lembrar das coisas que cadastrei e que estão no automático. Coisa chata.