A arte imita a web

Você certamente conhece esse viral o “dramatic chipmunk” :

Pois hoje eu fui surpreendida por um comercial de TV em que o ator imita o bichinho! ahahahahaha

A propaganda usando um viral da web como referência de “drama”. Muito engraçado!

http://swf.tubechop.com/tubechop.swf?vurl=iGHGOy0Omyg&start=7&end=12&cid=111046

E, aqui, o comercial inteiro.

surpreendente!

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Beatbox no Google Translate

SENSACIONAL.

Use o Google Translate pra ouvir Beatbox.

Siga as instruções:

1) Vá ao Google Translate
2) Mande fazer a tradução de German para German, alemão pra alemão
3) Copy + paste o seguinte texto na caixa de tradução:
pv zk pv pv zk pv zk kz zk pv pv pv zk pv zk zk pzk pzk pvzkpkzvpvzk kkkkkk bsch
4) Click em “listen”
5) Surpreenda-se

Fonte do meme

O que comer quando você está se sentindo …

A matéria original está aqui. É do Woman’s Day. Junto com todas as explicações. O fato é que o resumo parece interessante, no que diz respeito a alimentos funcionais.

Achei interessante:

1. Contra estresse: chocolate amargo

2.Falta de concentração: salada de espinafre

3.Ansiedade: coma salmão

4.Irritação: tome chá verde

5.Tristeza: coma cereal integral com leite desnatado

6. TPM – sanduíche de salada de ovo

Fonte da Imagem

Quantas vezes por dia você se publica?

Não consegui achar o vídeo no site da YouPix. Nele, minha “ídola” Giselle Beiguelmann, mulher brilhante, dizia que a grande novidade não é a vida em rede, mas a publicação da própria vida. Estamos nos publicando o tempo todo. Publicar, como o nome já diz, é tornar público, seja uma foto, uma opinião, um pensamento ou sentimento. Publicamos quando postamos num blog, no Orkut, no Facebook, no Twitter, num sistema de comentários. Publicamos quando subimos um vídeo. Email não é público, nem MSN. A menos, claro, que outra pessoa torne público o que você escreveu. Fato é que, Giselle tem razão, estamos nos publicando o tempo todo.

O Twitter, então, é o festival da publicação compulsiva. Todo mundo publicando o tempo todo. Não sou nem quero ser nenhum exemplo de usuário, mas me esforço para não publicar coisas como “estou passando manteiga no pão” ou “acabei de lavar o cabelo”. Mas, tudo bem, cada um publica o que bem entender. Não estou analisando o conteúdo em si, mas o ato da publicação.

Muita gente usa a Internet pra reclamar. É muito bom xingar no Twitter, é interessante usar as redes para reclamações de consumo. Mas até isso tem formas boas e ruins de serem feitas, melhores e piores em termos de resultado.

Ainda há pouco fui a um banco. Fui a duas agências do mesmo banco, ambas estavam fora do ar. Ninguém sabia quando o sistema voltaria. Fui a outro banco. Esperei muito tempo, uma máquina estava quebrada, a fila era imensa e o atendimento ruim. Pensei em tuitar na hora sobre os dois bancos. Depois reconsiderei. Pra quê? Eu vou mobilizar alguém pra melhorar o atendimento ou só quero reclamar dos bancos? Eu só queria reclamar. Decidi não publicar. Não era uma queixa com proposta, era só um mimimi.

Uma coisa eu sei: publicar-se é viciante. Você começa e perde a noção. Quando vai ver sua vida é toda pública, está toda publicada. Talvez seja uma tendência. Talvez seja melhor assim. Não sei. Ainda acho que o equilíbrio é o melhor caminho. Temos que manter uma parte da vida reservada, íntima, sem publicação. Caso contrário, muito em breve, os médicos e terapeutas vão recomendar como tratamento, manter uma vida privada.

E você? Quantas vezes por dia, ou por mês, você se publica?
Por que publicamos tanto?

Acredite, se quiser

O novo filme de Woody Allen fala de uma batalha vencida, aquela em que a gente tenta abrir os olhos de quem vive de ilusão oferecendo a lógica e a realidade. Não funciona. As pessoas que vivem de ilusão, as crédulas, que acreditam em qualquer coisa, de videntes que lêem o futuro na bacia de água até aos pais-de-santo que trazem seu amor de volta em sete dias querem justamente fugir dessa realidade.

É fato que a vida tem muitas mistérios, que a ciência não dá conta de tudo. Também é certo que tem gente que acredita em absolutamente qualquer bobagem e que muita gente picareta se aproveita da boa vontade e inocência dos outros. Veja o filme, é bem leve e simpático, “você vai conhecer o homem dos seus sonhos” é o nome. Vi e gostei, dá pra rir e conversar depois do cinema.

Durante toda a minha vida cometi esse mesmo erro. Falar demais, contar demais, dizer a verdade que ninguém quer ouvir. A verdade não apenas dói, mas muitas vezes parece muito mais sem graça do que a ilusão. A ilusão está em toda mídia. No peito de silicone da gostosa, na voz dublada da cantora, no texto escrito por um ghost writer.

No fundo, as pessoas estão certas, elas fazem parte de uma simbiose honesta. Um quer enganar, o outro quer ser enganado. Parece perfeito. No filme, tem uma personagem engraçadíssima de uma garota de programa que casa com um coroa (Anthony Hopkins, representando o Woody Allen, ao que tudo indica) em crise de 3a. idade. Ela diz pra ele as coisas que ele paga pra ouvir. E ele acaba se casando com ela. Muitos homens querem isso, mentiras pagas. Uma mulher que diga que ele é o máximo. Ele sabe que não é, mas acha gostoso ouvir. Ela sabe que ele não é, mas ela fala e ganha casacos de pele. É uma espécie de loucura complementar. Quem somos nós pra dizer que não é bom se funciona para os dois?

Tenho me esforçado muito para mudar, porque minha primeira reação ao ver a verdade é desnudá-la. Mas não vale a pena dizer ao mundo que Papai Noel não existe, se todo mundo é tão feliz acreditando nele. Ainda mais agora, que já é Natal.

Bom dia. De verdade.