Quem cedo madruga…

…passa o dia com sono. E o dia rende, claro.

Acordei às 6:20,  tomei banho e café (nessa ordem) ,desci com os cachorros, subi de novo, peguei o carro e levei minha filha para fazer simulado.

Voltei. Falei com meu marido, que está viajando, fiz um longo passeio com os cachorros, retornei para casa.

Fiz minha contabilidade,  respondi alguns emails, atualizei o blog, postei no Twitter. Esperei minha filha voltar de táxi, paguei o motorista.

Brinquei com os cachorros, dei almoço pra Otto e Milla e voltei pro escritório.

Paguei um monte de contas online. Quase tive um ataque cardíaco com a conta do meu celular que veio com as despesas da Alemanha. Daria para viajar para Miami, ida e volta, com a conta que tive que pagar. Absurdo. Culpa minha, que fiz um plano errado de transmissão de dados. Subestimei o uso. Azar o meu.

Arrumei minha mochila, peguei o ônibus e fui para a Hebraica nadar. Ao meio dia.

Fui lendo durante o caminho. Cheguei, me troquei, nadei um quilômetro, tomei vinte minutos de sol. Li mais um pouco. Tomei outro banho, peguei o ônibus e voltei.

Almocei com meu filho, falei com meu marido pelo Skype, aprovei comentários. (Clara, sua linda!)

E não são nem cinco horas.

E eu estou com sono. Com os schnauzers me olhando com aquela carinha de ‘leva a gente pra passear mais um pouco?’.

Levo, daqui a vinte minutos.

Dá um tempo, né?

Obrigada, fotógrafo!

Ai, que alegria. Ai, que delícia. Eike Batista. Sério, fiquei muito feliz ao ver que saí bem na foto que está no site do programa Tudo é Possível. Obrigada ao maquiador, ao cabelereiro e ao fotógrafo Antonio Chahestian que operaram esse milagre. Além de não ser bonita, não sou fotogênica. E, olha, não estou ‘fishing for compliments’, pescando elogios, não. Sou tão ruim de pescaria que no primeiro arremesso da isca eu furaria meus olhos com o anzol. Estou contente porque o resultado ilusório ficou agradável pra mim mesma. Vou fingir que sou assim e continuar com o post.

Domingo, meio dia, estreia um quadro de paródias no Tudo é Possível e o diretor do programa, Vildomar Batista, me convidou pra fazer parte do júri. Já fiz muitas paródias, escrevi muitas e muitas letras de humor e, por isso, me sinto à vontade para julgar o trabalho dos participantes.

Conversei muito com o Beto Barboza, ao som da platéia cantando Adocica. Confesso que entre risadas e fofoquinhas, fiquei muito enternecida quando ele contou que no final do ano passado perdeu uma filha, aos 28 anos. Coisa mais triste do mundo. Felizmente ele está conformado, se recompondo, com a ajuda de uma boa fase profissional, com direito a campanhas publicitárias com ‘Adocica’ e muitos shows pelo Brasil. Serginho Mallandro também está feliz com o sucesso de seu stand-up.

A produção me tratou com muito carinho e gostei muito das produções de cada um dos sete candidatos. Amanhã você confere o meu favorito. Começa ao meio dia.

Por enquanto, obrigada, Antonio!
Se eu ficar bem na TV, vou agradecer a todos os câmeras.

🙂

A vontade de ter razão

Existe uma linha de pensamento que define a doença mental como aquilo que atrapalha o bom andamento da sua vida. Se você não consegue se relacionar, trabalhar ou seguir adiante por causa de algum problema, você tem uma doença.

E, olha, tem gente que não consegue mesmo seguir adiante em sua vida pelos mínimos acontecimentos que não lhe dizem respeito. Certeza que elas tem problemas sérios.

Exemplo? Gente que não consegue perder uma argumentação e precisa ter razão sempre, mesmo quando NÃO TEM. O tempo passa, o assunto morre pra todo mundo, mas a pessoa continua lá, buscando exceções. Doença, isso.

E tem também a pessoa que quer adivinhar o que vai acontecer, pra dizer ‘eu não falei? não te disse?’. Esse tipo de pessoa consegue tirar até mesmo o seu mérito. Você é finalista num prêmio. Ela diz ‘certeza que você vai ganhar!’. Aí, se você não ganha, ela fala: ‘noooosssa! Você perdeu?!?!?!?’ tipo, a culpa é SUA. E se você GANHA, ela diz: “não te falei, eu ´ja sábia!”, ou seja MÉRITO DELA.

Ter razão, provar um argumento, é gostoso, como demonstrar um teorema, conseguir formular um raciocínio que faz sentido.
Mas teimar e ficar buscando pelo em ovo, exceções hipotéticas absurdas, só pra dizer que o outro está errado, não faz.

Bom dia!

Acordei cedo, levei minha filha pra fazer simulado, passeei longamente com os cachorros, falei com o marido que está viajando e já fiz este primeiro post. Sábado produtivo, gente!

Vai lá? POR FAVOR! 31 de maio. Espero você lá. MESMO.

E eis que um dia pensei: vou escrever um livro falando do Twitter. E do meu vício pelo Twitter. Escrevi. Ficou pronto. Fui super bem tratada durante todo o processo pela Editora Panda.E agora, o livro está pronto.
Pronto? Ai, meu D’us, eu tenho um GRANDE medo na vida: noite de autógrafos sem ninguém.
Sério. Porque você convida as pessoas e elas pensam: “Ah, eu não vou porque todo mundo vai”. E aí, não vai ninguém. E eu morro no final, de desgosto.
Por favor, conto com você nesse dia do convite.
Para cada pessoa que não for, um passarinho vai parar de voar.
Contamos com você, eu e os passarinhos.

🙂