Celular velho, modernidades e a polícia identificando ladrão pelo Facebook

Ontem, no Jornal da Record News, ao lado de Heródoto Barbeiro, usando as pérolas de vovó.

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Assuntos: 40 anos da primeira ligação via celular, evolução dos aparelhos, dongle pra ver TV HD no iPhone, rumores do First HTC, primeiro celular do Facebook (via @evleak).

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Polícia usou Facebook para identificar suspeito que participou de um arrastão numa churrascaria em São Paulo.

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Conflito de informações

souffleEm algumas receitas você tem que bater as claras em neve. Se você colocar a clara do jeito que ela sai do ovo seu prato não dará certo, como no caso de um suflê de legumes, só para dar um exemplo (e uma receita). Algumas informações são específicas, há um jeito certo de fazer alguma coisa. Não é uma opinião, mas um fato.

Meu celular não estava conectando na Internet. Nem em wifi, nem 3G. Achei estranho. E resolvi ligar para a operadora para pedir ajuda.

Dog_Barking_At_PhoneNa primeira ligação fui atendida por uma moça muito ansiosa. Ela falava depressa demais para uma atendente e não deixava que eu fizesse qualquer tipo de colocação. Depois de algumas negociações consegui fazer com que ela se acalmasse. Ela queria o IMEI do meu celular. Eu disse que para passar tal número eu teria que colocar a ligação em viva voz, abrir uma outra tela, pegar o IMEI e passar para ela. Fiz isso. A atendente então disse que eu teria que ligar de um outro telefone fixo para pedir ajuda para meu celular, porque havia um ‘incompatibilidade’ entre aquela entidade conhecida como O SISTEMA e meu aparelho. Incompatibilidade? Segundo ela, o normal seria enviar um torpedo com as configurações. Porém, meu celular (iPhone) não receberia o torpedo com as configurações, por razões que os céus desconhecem. Email? Não, não pode. Eu teria que fazer do jeito que ela disse, ligar de um fixo com o celular na mão e fazer as configurações manualmente com orientação em áudio.

cabinecelularTentei fazer isso de um segundo celular. Peguei a linha 2, liguei pra operadora, já com o IMEI do aparelho 1. A atendente disse outra coisa. Disse que havia um setor específico para fazer configurações, para o qual ela iriame transferir. Esperei e…a ligação caiu.

Fui para o terceiro arremesso da minha cesta. Aqui, um detalhe: cada vez que eu ligo pra Claro, caio na URA e tenho que ouvir a primeira gravação. Depois a segunda. Não consigo digitar 9 e ir direto para o atendente. Tive que ouvir, pela terceira vez, o valor da minha conta e mais algum blá blá blá. Finalmente fui atendida por uma moça muito gentil que disse que tudo seria muito simples. Bastaria dar o número da minha linha e ela enviaria todas as configurações automaticamente. O único porém é que o celular tem que ficar desligado durante quatro horas. Quando eu ligá-lo novamente, às 17:30 da tarde de hoje, magicamente tudo estará funcionando.

Agora eu pergunto pra você: qual é o procedimento? Por que o celular não acessa a Internet se a linha tem 3G? É pra dar o IMEI ou não? Há um departamento para configurar ou a atendente faz isso? Por que meu celular não recebe torpedos com a configuração? Ou recebe, já que a terceira moça, Juliana, disse que faria isso? E, por último, cada pessoa fala uma coisa ou existe uma forma correta de realizar tal procedimento?

Eu realmente não entendo. Fico com a impressão de que tudo é aleatório e depende da ‘sorte’. Não há um caminho, uma lógica. Tudo depende. E se alguma coisa não der certo, evidentemente, a culpa é sua. Você é o azarado. Outro dia, entrei num banheiro com 5 portas. Ao fechar a porta da cabine escolhida, vi que não havia papel. Avisei a moça da limpeza que, por acaso, estava lá. Sabe o que ela disse? “Nos outros tem. Você entrou no banheiro errado”. Quer dizer que eu sou o coelho da quermesse que entrou na portinha errada? O certo não é ter papel higiênico em todos os banheiros, há quatro certos, um errado e você faz parte do jogo da faxineira. Bom, espero que ela não tenha perdido nenhum prêmio por eu ter entrado na porta errada.

Só me resta esperar. No final da tarde vou descobrir que o celular está funcionando, se conecta em 3G, se o wifi funciona, se vou ter que ligar uma quarta vez.

Tenho esperança. Quem sabe desta vez, o coelho tenha entrado na toca que vale prêmio.

Devolve, vai?

Capítulo n-1. Espero que n seja o capítulo final e n-1 seja o de agora.

Fui até o estacionamento munida de toda a documentação. IMEI do celular, conversa com a operadora, dados do aparelho e, principalmente, uma cópia da conta com as últimas atividades realizada pela minha linha, no período entre o furto e o bloqueio, o relato sobre a ligação que ele fez e tudo mais. Eu disse que não queria nada, apenas meu celular de volta. Pedi para que o gerente entrasse em contato com o rapaz que manobrou meu carro com o iPhone dentro e dissesse isso a ele. Fiquei de passar mais tarde.

No final do expediente, depois das oito da noite, voltei para o estacionamento. O gerente não estava mais, mas outro funcionário, meu amigo, estava. Ele me contou o que aconteceu.

O gerente ligou para o rapaz. Disse que ‘a casa caiu’, que eu tinha tudo. Que consegui rastrear a região da última ligação e que é exatamente o lugar onde ele mora. Que eu falei com o amigo dele. Que não tinha mais jeito, estava claro o que havia acontecido. E que eu queria que ele devolvesse meu telefone.

Então eu, já aflita, perguntei para o funcionário:

– E o que ele disse?

– Ele disse que vai pensar.

No primeiro momento tive vontade de explodir de raiva. Ele vai pensar no meu caso? Vai pensar se devolve o celular que ele pegou? Me contive. Sim, ele vai pensar. Vai pensar se devolve, se não devolve, se …se… ah, sei lá, não sei raciocinar por ele.

Decidi não ficar remoendo ódio. E acreditar que ele vai pensar direito. Vai pensar, repensar e devolver o celular amanhã.

Ele ficou de passar no estacionamento.

Não sei o que vai acontecer com ele, com seu emprego. Mas eu realmente, tenho esperança, que ele pense bem e devolva. Seria melhor pra mim, pros colegas, pra ele. Seria uma forma dele assumir que esta não é a vida que ele quer levar.

No momento, não há nada para fazer a não ser torcer. Esperar. Mentalizar.
Amanhã eu vou saber. Se ele tive coragem de ir até lá, se conseguiu pensar em optar pelo melhor caminho.

Estamos todos na torcida.
Um mundo melhor é feito de atitudes melhores.
Estou tentando fazer a minha parte.

Me ajuda?

Fiquei muito animada com algumas recomendações de queridos leitores. Tanto que vou usar alguns dos links sugeridos em quadros do Rosana Indica.

Por isso mesmo estou pedindo sugestões específicas para dois problemas. O primeiro já é sabido. É o último fio de esperança para localizar meu iPhone perdido. Já estou quase desistindo de acreditar que vou reencontrá-lo e compreendo que São Longuinho não tenha aceitado a oferta de três pulinhos em Houston. Não tenho nenhum aplicativo de localização, que eu me lembre, não sei se tenho o IMEI anotado. Tenho o backup do telefone no iTunes e só. Se alguém souber se uma mágica simples via satélite, agradeço.

O segundo problema é para uma senhora semi-cegueta, eu. Já tive olhos de lince, visão 20×20 e, com a idade, passei a ter severas dificuldades para enxergar a fonte -3 instalada no Motorola Dext feito para adolescentes. Não consigo ver a fonte da tela do Twidroid, para ler tweets. A fonte não aumenta. Não consegui descobrir se tem como configurar fontes grandes (parece que não). Então, quero um aplicativo de Twitter para Android com letras polpudas.

Agradeço a ajuda. Troco por um bom dia. 🙂

Cadê meu celular?

Desespero total. Total. Meu celular, meu iPhone, sumiu.
A última vez que o vi foi na ida pro R7. Eu transmiti o vídeo aí ao lado.
Tenho quase, quase certeza que esqueci o iPhone no console do carro.
Durante o dia, dei falta dele. Mas achei que tudo bem, porque sou mensalista no estacionamento.
Nem fui buscá-lo. Usei o ramal.
Eis que chego no carro e…sumiu. Não está.
O rapaz que estava de plantão ligou para o manobrista que pegou meu carro.
Ele veio com uma conversa muito estranha, dizendo que `daquela vez eu também esqueci`…O que tem aquela vez com hoje?

Não sei, jamais em toda a minha vida acusei alguém. Jamais.
Mas foi muito esquisito.
Eu ligo para o celular e ele toca, até a linha cair.
Outras vezes, dá caixa postal.

Estou absolutamente desesperada.
Não sei nem o telefone da minha mãe de cor.
Está tudo lá.
E há muito tempo não sincronizo o iPhone.

Enfim, meu mundo parou.
E não tenho esperança de achá-lo.
A menos que alguém devolva.