Antes que eu perca os links:

Desvirtual, da Giselle

o emulador que ela mandou

o tag tag

a matéria no The Guardian

alguns textos

o livro de areia, do Borges

outros textos do Borges

pronto, agora já posso explicar como esses links, e mais alguns, mais um email, me salvaram.

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Well. ‘Poço isso’, vamos adiante.
Tive aquele ímpeto, aquele impulso compulsivo de denunciar tudo, jogar farofa de ontem no ventilador de amanhã e espalhar azeitonas com e sem caroço por toda a órbita solar.
Daí, pintou a tranca do terceiro olhar. Aquele tênue fio dental que separa o primeiro molar do segundo amolar, uma espécie de instinto de preservação do pescoço, en français. E eu deletei tudo do blog, tirei o link do ar e desisti de publicar o email que passei pra colunista.

Deve ser uma combinação jacobiana de informações na minha matrix mental, que mistura experiência em queixa-crime com creme queixo e os resultados recentes nada animadores de denúncias feitas por ex-mulheres.

Todo mundo joga pedra na ex-, especialmente quando ela está falando a verdade. E catalogam as verdades como mágoas emboloradas. Resultado: o cara mata, confessa e ainda fica livre, ao molho de pimenta neves.

Enfim.
É o fim.
Da picada.

Rosana

Até alguna momentos atrás, eu estava feliz e catita, acreditando que o universo estava conspirando a meu favor. Lêdo engano, sem contar que eu acho que lêdo não tem chapéu. Mas deveria, porque está frio pra dedéu e qualquer ‘e’ que se preze precisa cobrir a cabeça.

O homem que vinha consertar a TVA em casa veio, mas além de não consertar a TVA desligou a Net, de forma que minha TV não pega nada a não ser a câmera da portaria. Tudo que posso ver agora em preto e branco é o portão do prédio e a guarita do guarda. Espero que o guarda faça um bom show esta noite, pelo menos.

Minha casa, ou melhor, meu apartamento está em reforma há quase meio ano. O pessoal é tão lento que durante o mesmo tempo já construíram um restaurante inteiro na rua de cima. E isso porque estou reformando dois cômodos, a sala de estar e a sala de almoço.

Hoje, o marceneiro veio finalmente entregar a sala de almoço com duas novidades: houve um pequeno erro de 8 centímetros e a geladeira não cabe onde deveria e a arquiteta FDP apenas não encomendou um detalhe de um recinto para comer, a mesa e as cadeiras. Coisa simples. Eram bancos inteiros, tipo alemão, de canto, com um grande mesa retangular. Só não tem mesa, banco, banqueta ou outra coisa com pernas onde a gente se sente.

Pra ajudar, liguei o PC que evidentemente travou e descobri que uma conta que estávamos tentando ganhar ao participar de uma concorrência, não veio para a agência. Ainda por cima fomos muito mal classificados, isso, porque tínhamos quase certeza de que seríamos os vencedores pelo nível do trabalho que apresentamos.

Mas não vou me deixar abater, porque sei que é apenas uma coisa de momento. Só espero que esse momento não dure tanto quanto a reforma.

Sem queixas, vou continuar aqui numa boa, porque sei que estou reclamando de barriga cheia. Eu mesma comi dois pequenos pedaços gelados de frango, com essas próprias mãos que uso agora para engordurar o teclado.

Antes de partir, uma última mazela: engordei um pouco por causa da viagem, engordei um pouco porque está frio e eu enão tenho feito exercícios e engordei outro tanto porque quando fico nervosa engordo, especialmente quando o nervoso advém do fato de ter engordado. Assim sendo, vou parar o texto por aqui para usar as mãos que ora teclam para abrir o botão do jeans que ora me impede de respirar por completo.

No fundo, eu sei que pra tudo tem jeito, especialmente quando o fundo fica a 20 metros da superfície numa fossa oceânica.

Farofa, o n’ovo na Web

Farofa está entre os cinco finalistas do IBest, o que prova que das duas uma, ou não tem nenhum site que preste na mesma categoria ou realmente o povo não tem mistura e acaba optando pela farinha.
Porém, tirando o complexo de inferioridade terceiromundano, até que o site é legal pra chuchu.
Bom, então ficamos assim, de hora em hora uma colher de amora, de meia em meia uma xícara de areia e pela manhã, dez sementes de romã.

Encontrei, hoje cedo no meu barracão, uma fruta do conde no chão, com um email muito interessante.

Dizia ele que há um serviço na Web, o Blogger que faz FTP pra você, atualizando sua página de log, seu WebLog. Inscrevi o Farofa como página mas num outro lugar do site e o Cacilda pra fazer FTP automaticamente nesta página. Acho que dei certo, porque tenho dois lindos filhos.

Agora, é com você. É pegar, chacoalhar e largar.

Um beijo, um browse, um aperto de mouse

Farofa, o n’ovo na Web

Depois de inúmeras pesquisas em campo, especialmente santo, descobrimos que morrer é a pior coisa que pode acontecer na vida. Realmente, a morte é o fim da picada. Por isso, preparei meu próprio epitáfio, para que eu possa realmente descansar em paz, sem ficar preocupada que algum idiota vai redigir um texto sob o qual terei que repousar eternamente. Convenhamos, para quem passou a vida dedicando-se ao texto, nada poderia ser mais desagradável do que ter um outro autor assinando sua derradeira obra.

Assim, aviso a todos que, quando eu for encontrar com a grama pela raiz, que por favor, escrevam sobre a minha lápide este último desabafo:

“-Era SÓ o que me FALTAVA!!”