Instituto de Física da USP – o vídeo

Minha formação, minha história, meus professores. Um vídeo muito bacana pra quem quer saber mais o que faz o IFUSP.

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Refazendo as conexões, vivendo interações

Estou em Águas de São Pedro. Vim ontem pela manhã, mas como o tempo aqui é percebido de forma diferente, parece que faz dias e dias. Percebi isso claramente lendo o livro da Blitz, do querido, multitalentoso e competente Rodrigo Rodrigues. Peguei o livro devidamente autografado (fui no lançamento, há tempos) e comecei a lê-lo. Terminei-o ontem mesmo. Embora o texto seja leve e em tipos grandes, leitura fácil e agradável, senti que “deu tempo” de ler o livro inteiro em algumas horas. Recentemente li “Festa no Covil” (recomendado pela igualmente querida e multicompetente MIka Links), do autor mexicano Juan Pablo Villalobos, em algumas horas também, mas o livro é bem fininho. Não fiz as contas, só sei que aqui a gente consegue fazer mais coisas sem estresse.

Ontem também fiz aquela rotina que amo tanto: fui ver o que tinha na horta, colhi um monte de coisas e fui pra cozinha transformá-las.

Espinafre, berinjela, jiló, couve, repolho, alface crespa, manjericão, hortelã, salsinha, cebolinha, alecrim, limão, mexerica, laranja. Sim, fui ao pomar também. Uma festa. O jiló maduro parecia tomate.

Fiz salada de alface, salada de repolho cru fininho tipo cole slaw, omelete de berinjela e jiló (são parentes e deliciosos quando grelhados), enfim, fiquei brincando de chef de cozinha. Preparei também um antepasto de berinjela pra hoje, aquele que a gente faz no forno pra berinjela murchar, com alho e azeite.

Tive tempo de tirar fotos, ir ao supermercado, passear na cidade, sentar na praça, tomar garapa, tomar sol, caminhar um pouquinho. E ainda falei com a Lelê que está em Nova York, com a Marcie que mora lá, com a Elisa Araújo e o Riq Freire, com a Clara, com muita gente no Twitter. Só não abri meus emails porque realmente tenho problemas com esse assunto.

E tive tempo para brincar com todos os cachorros, que são oito atualmente. A hora de servir comida é aquela loucura! E, considerando-se que muitos são boxers, imagine o que eles pulam em cima de mim. 🙂

Fiquei pensando no que estamos fazendo aqui, no mundo. Reconectando. Estamos sempre conectando pessoas, religando (daí vem religião, de religare, religar, reconectar) ou reconenctando corações e mentes. EStamos sempre interagindo com os campos a nossa volta, tirando cargas elétricas, massa, energia, a partir desses campos e interações. A vida é essa experiência dinâmica de interações e conexões. Coisa linda.

Agora que já fiz, servi e tomei o café, vou aproveitar para fazer um pouco de tricô e crochê. Esfriou, fica gostoso trabalhar com lã.

Deixo aqui um abraço e muita paz para esta manhã.

🙂